Doutor-AI

    SOLUÇÃO 03 · INTEGRAÇÕES AGÊNTICAS

    Integração que entende o sistema do hospital e se adapta quando ele muda.

    Não é um agente decidindo a cada mensagem — isso não escala. É um harness de integração: um agente orquestrador com um canivete suíço de mais de 70 ferramentas que constrói, para cada sistema e versão, um pipeline de integração com receita quase determinística: completo, auditável e adaptável ao modelo de dados do hospital.

    O pipeline se conecta pelo caminho que o hospital já tem — HL7, FHIR, API, banco de dados ou a própria tela do sistema —, executa a integração e devolve o registro ao sistema de origem, com autor, horário e versão. O sistema atual segue sendo a fonte da verdade.

    O QUE O PIPELINE EXECUTA

    Integrações, relatórios e rotinas.

    INTEGRAÇÕES

    Troca de dados entre sistemas, bancos e interfaces do hospital: cadastro, pedido, resultado, evolução e conta seguem no mesmo padrão, sem redigitação.

    RELATÓRIOS

    O pipeline monta e distribui o relatório recorrente — assistencial, operacional ou de faturamento — na hora combinada, com a mesma base de dados da operação.

    ROTINAS

    Conferências, fechamentos, cobranças de pendência e conciliações que hoje dependem de alguém lembrar passam a rodar sozinhas, com registro do que foi feito.

    AUTOMAÇÃO DE FLUXO

    Qualquer fluxo pode ser desenhado e automatizado ponta a ponta, do gatilho à devolução no sistema de origem, com dono definido em cada etapa.

    COMO FUNCIONA

    Sem substituir o sistema atual.

    01

    Harness, não agente solto

    O agente orquestrador não decide mensagem a mensagem. Ele usa mais de 70 ferramentas de integração — HL7 v2, FHIR R4, APIs, bancos de dados, arquivos e tela — para mapear o sistema de origem e montar o pipeline daquele hospital, naquela versão.

    • Mais de 70 ferramentas
    • HL7 e FHIR
    • API e banco de dados
    • Execução na própria tela

    02

    Receita quase determinística

    O pipeline gerado roda como uma receita: mesma entrada, mesma saída, com registro de cada mensagem trocada. A inteligência fica na construção e na manutenção do pipeline, não em cada transação — é o que o torna escalável e auditável.

    • Mesma entrada, mesma saída
    • Registro de cada mensagem
    • Escopo declarado por interface
    • Reversão sem parar a operação

    03

    Adapta-se quando o sistema muda

    Versões diferentes do mesmo prontuário convivem na mesma rede. Quando um campo, uma tela ou a versão da API muda, o harness detecta, reconstrói o trecho afetado do pipeline e revalida no ambiente de homologação do hospital — em tempo real. É o oposto do RPA, que para quando a tela muda.

    • Várias versões do mesmo sistema
    • Detecção de mudança
    • Atualização em tempo real
    • Homologação antes de publicar

    DIAGRAMA 01 · FLUXO

    Um atendimento atravessando os sistemas.

    Fluxo template de uma linha de cuidado: o evento nasce no sistema de gestão, chega pelo barramento, é tratado pela etapa responsável do pipeline e volta gravado no sistema de origem, com autor, horário e versão do protocolo. O desenho abaixo é o modelo usado na entrada por etapas; as interfaces variam conforme o parque instalado do hospital.

    ORIGEM · SISTEMAS DO HOSPITALHL7 ADTGestão hospitalarAdmissão, leito e altaFHIRProntuário eletrônicoEvolução e prescriçãoHL7 ORULaboratório e imagemPedido e resultadoAPIFaturamentoConta sustentada pelo registroBARRAMENTOBarramento de integração · HL7 v2 e FHIR R4Fila com reentrega, identificação do paciente, escopo declarado por interface e registro de cada mensagem trocadaPIPELINE EM OPERAÇÃOETAPA 01DocumentaçãoTranscreve e estruturaETAPA 02ProtocoloConfere conduta vigenteETAPA 03ExamesSolicita e acompanhaETAPA 04Conta e pertinênciaSustenta o registroDEVOLUÇÃO AO SISTEMA DE ORIGEMRegistro gravado no sistema de origemEvolução, prescrição, pendência com dono e justificativa clínica, sempre com autor, horário e versão do protocolo aplicadaCONFIRMAÇÃO E AUDITORIA

    DIAGRAMA 02 · ARQUITETURA DE DADOS

    Do sistema do hospital ao pipeline que se mantém sozinho.

    O harness mapeia o sistema e a versão de cada hospital e gera o pipeline que executa a integração. Quando algo muda na origem, o trecho afetado é reconstruído e revalidado em homologação, sem parar a operação.

    1 · SISTEMAS DO HOSPITALProntuário, laboratório,imagem, faturamentoHL7 v2, FHIR R4, API,banco, tela2 · HARNESS DE INTEGRAÇÃOAgente orquestrador+ mais de 70 ferramentasMapeia o sistemae a versão3 · PIPELINE GERADOReceita quasedeterminísticaMesma entrada, mesma saída,cada mensagem registrada4 · DEVOLUÇÃO E AUDITORIARegistro no sistemade origemAutor, horário e versãoCommand CenterMONITORAMENTO DE MUDANÇASCampo, tela ou versão mudou → trecho do pipeline reconstruído e revalidado em homologação, em tempo real

    DIAGRAMA 03 · DA TELA DO PRODUTO AO SISTEMA DO HOSPITAL

    O que o médico registra chega gravado no Tasy ou no MV.

    O registro nasce na tela da Doutor-AI durante o atendimento. A camada estrutura o que foi escrito, o pipeline valida e completa cada campo e a escrita segue por interface HL7 ou FHIR quando o sistema do hospital expõe essa porta. Onde a porta não existe, a gravação é feita por automação de tela (RPA), com o mesmo registro de autor, horário e versão do protocolo.

    DA TELA DO PRODUTO AO REGISTRO NO SISTEMA DO HOSPITAL1 · Tela do produtoMédico registra na telada Doutor-AIdurante o atendimento2 · Captura estruturadaTexto, exames eprotocolo aplicadoviram campos3 · PipelineValida, completa edecide o destinode cada campo4 · EscritaInterface HL7/FHIRquando existe;RPA quando não existe5 · Sistema do hospitalTasy, MV eequivalentes recebemo registro gravadoRETORNO AUDITÁVEL · AUTOR, HORÁRIO, VERSÃO DO PROTOCOLO E O QUE O PIPELINE EXECUTOURPA (automação de tela) é usado apenas onde o sistema do hospital não expõe interface de escrita. O sistema de gestão segue como fonte da verdade em todos os caminhos.

    EXEMPLO 01 · PRONTO-SOCORRO

    Evolução do atendimento no prontuário

    1. 01Médico conduz o atendimento na tela da Doutor-AI.
    2. 02A camada estrutura queixa, exame físico, conduta e protocolo aplicado.
    3. 03O pipeline confere campos obrigatórios e pendências antes de gravar.
    4. 04A evolução chega ao prontuário do hospital com autor e horário.

    EXEMPLO 02 · EXAMES

    Solicitação e retorno de resultado

    1. 01A conduta na tela gera a solicitação já codificada.
    2. 02O pipeline envia ao laboratório ou à imagem pela interface disponível.
    3. 03O resultado volta ligado ao mesmo atendimento do paciente.
    4. 04A pendência só fecha quando o resultado é lido no contexto clínico.

    EXEMPLO 03 · CONTA E PERTINÊNCIA

    Internação sustentada pelo registro

    1. 01O pipeline compara a indicação com o protocolo da instituição.
    2. 02O que sustenta a decisão é gravado junto da solicitação.
    3. 03A conta nasce com o registro que a auditoria vai pedir.
    4. 04Divergência aberta com dono, antes do faturamento.

    INTERFACES

    Onde o pipeline se conecta.

    SISTEMA DE GESTÃO HOSPITALAR

    Segue como fonte da verdade. A camada lê e devolve pelo barramento, sem duplicar cadastro.

    PRONTUÁRIO ELETRÔNICO

    Evolução, prescrição e pendências gravadas no próprio prontuário, com autor e horário.

    LABORATÓRIO E IMAGEM

    Solicitação, acompanhamento e leitura de resultado no contexto clínico do paciente.

    FATURAMENTO E AUDITORIA DE CONTAS

    A conta passa a ser sustentada pelo registro feito durante o atendimento.

    GOVERNANÇA

    • Ambiente de homologação do hospital antes de qualquer publicação
    • Escopo declarado por interface, com responsável de cada lado
    • Registro de tudo que o agente executou, com reversão possível
    • Operação segue funcionando se a camada for desligada

    As integrações levam à operação o que o Hospital Brain decide e o que os workflows executam.

    PRÓXIMO PASSO

    Comece pelo pronto-socorro. Expanda pela rede.

    Uma unidade no ar em semanas, sobre o prontuário que o hospital já usa.